Golpes financeiros

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Golpes financeiros

Somos especialistas em fraudes bancárias e golpes via PIX há mais de 15 anos.

Golpes financeiros estão cada vez mais sofisticados.

Mas o que poucos sabem é que, pela lei e pela Justiça, os bancos podem ser responsabilizados, mesmo quando o golpe vem de fora. Veja o que a Súmula 479 do STJ diz:

“As instituições financeiras respondem objetivamente pelos danos causados por fortuito interno relativo a fraudes e delitos praticados por terceiros no âmbito de operações bancárias.”

Veja os golpes que mais atendemos:

  • Golpe do PIX via WhatsApp clonado
  • Falso advogado pedindo transferência “urgente”
  • Ligação de “falso gerente” ou call center falso
  • Falso investimento (EDBOX, Merrylin, Faraó do Bitcoin, etc.)
  • Empréstimos ou cartões não solicitados
  • Boletos adulterados ou QR Code falso
  • Engenharia social (pessoa induzida a transferir)
  • Golpe do falso advogado (falsas informações sobre o processo judicial)

Dúvidas de quem sofreu prejuízo financeiro

Dúvidas Frequentes (FAQ).

Sofri um golpe bancário. Ainda posso recuperar o dinheiro?

Depende do caso, mas em muitas situações é possível buscar ressarcimento. Bancos têm dever de segurança sobre as operações realizadas. Quando há falha nos mecanismos de proteção, demora na resposta ou ausência de bloqueio, pode existir responsabilidade da instituição financeira.

Golpes via PIX têm solução jurídica?

Sim. Golpes via PIX são uma das maiores demandas atuais. Mesmo sendo uma transferência instantânea, o banco deve agir rapidamente para tentar bloquear valores e investigar a fraude. A omissão ou falha nesse processo pode gerar direito à reparação.

Fui induzido a fazer transferências. O banco ainda pode ser responsabilizado?

Em muitos casos, sim. A responsabilidade não depende apenas de invasão de conta, mas também da fragilidade dos sistemas de segurança, ausência de alertas, movimentações atípicas não monitoradas e falhas no dever de proteção ao consumidor.

Quais golpes bancários são mais comuns hoje?

Os mais recorrentes envolvem falso funcionário de banco, falsa central de atendimento, golpes do PIX, investimentos fraudulentos, clonagem de WhatsApp, empréstimos não reconhecidos, boletos falsos e compras indevidas em cartões.

O que devo fazer imediatamente após perceber o golpe?

É fundamental agir rápido: comunicar o banco, registrar ocorrência, guardar comprovantes, prints e conversas, além de solicitar protocolos de atendimento. Essas medidas iniciais são decisivas para a análise jurídica posterior.

O banco pode alegar que a culpa foi exclusiva do cliente?

Essa é uma alegação comum, mas nem sempre se sustenta juridicamente. O dever de segurança do banco e a proteção do consumidor devem ser analisados conforme o caso concreto, especialmente quando há falhas sistêmicas ou ausência de resposta adequada.

Golpes por aplicativos ou plataformas digitais geram responsabilidade?

Sim, dependendo da situação. Instituições financeiras e plataformas de pagamento podem ser responsabilizadas quando não oferecem segurança adequada, permitem transações suspeitas ou não prestam suporte eficaz após a fraude.

Posso ser indenizado por danos morais além do prejuízo financeiro?

Sim. Golpes bancários costumam gerar abalo emocional, insegurança e transtornos relevantes. Quando comprovada a falha na prestação do serviço, é possível pleitear indenização por danos morais, além do ressarcimento dos valores.

Vale a pena tentar resolver apenas pelo atendimento do banco?

Em alguns casos, o atendimento administrativo resolve. No entanto, quando há negativa, demora excessiva ou prejuízo significativo, a análise jurídica se torna essencial para evitar perda de direitos e prolongamento do dano.

Como a advocacia especializada ajuda em casos de golpes bancários?

A atuação jurídica permite analisar a fraude, identificar falhas do banco, estruturar provas e definir a melhor estratégia para buscar ressarcimento. Mais do que entrar com ação, o advogado ajuda o cliente a compreender seus direitos, reduzir riscos e tomar decisões seguras após o golpe.

O que você pode exigir na justiça:

  • Devolução dos valores transferidos via PIX ou TED
  • Indenização por danos morais e danos materiais
  • Bloqueio e rastreio judicial da conta golpista
  • Ação com base no Código de Defesa do Consumidor e Súmula 479 do STJ
  • Responsabilização objetiva do banco (mesmo sem culpa direta)
  • Bancos são obrigados a manter segurança contra fraudes. Se falham nisso, podem ser condenados.

Perfil de clientes que atendemos:
Trabalhadores em geral, empresários, servidores públicos e profissionais liberais que perderam valores acima de R$ 10 mil
Vítimas que já fizeram boletim de ocorrência ou ainda não sabem por onde começar
Pessoas que acreditaram em parentes no WhatsApp, supostos gerentes ou investimentos “seguros”

Perdeu dinheiro com golpe via PIX, falso advogado ou investimento fraudulento?

Explique o que aconteceu. Avaliamos seu caso com urgência em um atendimento humanizado com total sigilo.

Advogado especialista em Golpes Financeiros.

Atuação junto ao cliente desde o primeiro contato, sempre em busca de entender as particularidades do caso e construir a solução mais viável para a questão, com base em sua experiência e nos recorrentes estudos e atualizações sobre a área de especialidade.

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A satisfação dos nossos clientes reflete nosso compromisso com a qualidade, a ética e a responsabilidade no exercício da advocacia.